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Meio Ambiente
Tempo seco e calor: Três bairros lideram as queimadas na zona urbana em Cuiabá

Os principais locais de ocorrência de incêndios são os terrenos baldios, que acumulam lixo e vegetação. Esse fator é somado à falta de consciência da população, que mantém antigas práticas.


 

Jardim Vitória, Parque Cuiabá e Despraiado lideram os números de queimadas urbanas em 2019 em Cuiabá. Segundo a Defesa Civil do município, de janeiro a 14 de agosto houve uma redução nos focos de queimadas na zona urbana, na comparação com o mesmo período de 2018, porém, a manutenção de hábitos como queimar lixo prejudica o trabalho realizado.

 

Em trabalho conjunto com o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil municipal registrou 84 focos no Jardim Vitória, 56 no Parque Cuiabá e 46 no Despraiado. Em Cuiabá foram 1.921 focos de queimada, o que representa uma redução de 23,5% em relação ao mesmo período de 2018, quando o município teve 2.512 ocorrências com fogo.

 

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Apesar da diminuição dos focos de queimada, a falta de efetivo trouxe consequências para os atendimentos. “No período em questão em 2018, 56,01% das chamadas foram atendidas, já em 2019 apenas 24,36%”, informou o assessor especial de proteção da Defesa Civil municipal, tenente-coronel BM Paulo Selva.

 

Selva explica que essa defasagem ocorre tanto no número de profissionais quanto nos equipamentos necessários para realizar os atendimentos. “Como reduzimos a nossa capacidade de atendimento, pode dar a impressão de que tem mais queimadas. Mas, a questão é que quando se demora a fazer o atendimento, o incêndio cria proporções maiores”.

 

Os principais locais de ocorrência de incêndios são os terrenos baldios, que acumulam lixo e vegetação. Esse fator é somado à falta de consciência da população, que mantém antigas práticas. O hábito é muito comum para “queimar lixo, folhas de varrição de quintal e vegetação acumulados nos terrenos. Conforme os dados estatísticos essa prática ocorre o ano todo, sendo que no período de grande estiagem se torna extremamente prejudicial para a saúde pública”, enfatiza o assessor especial.

 

Mesmo com a fiscalização e aplicação de multas realizada pela Prefeitura, o tenente-coronel BM afirma que a sensação de impunidade continua, especialmente pela falta de continuidade nas denúncias. “A primeira parte é a notificação, que é da Secretaria de Ordem Pública. Mas faltam os órgãos que realizam a autuação fazerem a sua parte. O Ministério Público precisa levar a pessoa ao juiz, para se explicar sobre a queimada”.

 

Autor: GD: Thalyta Amaral
Data: 28/08/2019
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