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Greve da Educação: Dar aumento salarial é emitir um cheque sem fundo, diz Mauro

"Eu fiz uma comparação que dar um aumento hoje é emitir um cheque sem fundo", disse o governador.


 

O governador Mauro Mendes (DEM) e o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) marcaram uma nova rodada de negociação para terça-feira (4) para tentar um acordo e acabar com a greve dos profissionais da área, iniciada na segunda-feira (27).

 

Durante a reunião, o democrata reiterou - embora mais detalhado - o discurso de crise financeira no Estado.  Também explicou que há pelo menos 3 leis, ligadas ao limite de gastos, que impedem o governo de conceder aumento salarial. 

 

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"Lamentavelmente não é uma questão de querer, o Estado não tem condições", reforçou. "Eu fiz uma comparação que dar um aumento hoje é emitir um cheque sem fundo", disse o governador. Secretários da área econômica e de Educação participaram da reunião, além de deputados da base de sustentação e de oposição.

 

Presidente do Sintep, Valdeir Pereira pediu para o governador documentar as respostas às reivindicações. O prazo estipulado foi a próxima terça-feira. Apesar de Mendes ter adiantado que não tem condições de atender os itens relacionados ao aumento salarial, afirmou que está aberto ao diálogo. 

 

O documento se tiver alguma perspectiva, diz o sindicalista, será avaliado, posteriormente, em assembleia da categoria para decidir se suspende ou não o movimento grevista.  O governador também anunciou, antes do encontro, que o ponto dos profissionais em greve será cortado. 

 

De outro lado, Mendes sinalizou em apresentar um calendário para iniciar a melhoria de infraestrutura das unidades escolares. Conforme o sindicalista, o governador também demonstrou respeito à lei 510/2013, que assegura o aumento salarial para os profissionais da educação.   

 

Mendes reiterou que se conceder um aumento salarial, na atual condições do Estado, pode ser processado por improbidade administrava. "Não tem condição legal. O Ministério Público está dizendo que é improbidade administrativa", relembrou o governador. 

 

"Terça-feira vamos apresentar um documento e explicar à luz da interpretação e quais as condições objetivas", acrescentou Mauro.

 

Autor: GD - Noelma Oliveira
Data: 31/05/2019
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