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Com aprovação de Leis: Botelho afirma que Mendes terá apoio da AL para cortar gastos e equilibrar contas

Conforme o parlamentar, o novo governador “vai precisar da Assembleia pra fazer algumas alterações, como reestruturação de cargos e algumas outras mudanças que ele quer implementar”.


 

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado reeleito Eduardo Botelho (DEM), afirmou que os parlamentares se colocaram à disposição do governador eleito Mauro Mendes (DEM) para garantir medidas que visem o equilíbrio financeiro do Estado. “Nós estamos dispostos a trabalhar para aprovar as leis que forem necessárias”, disse nesta quarta-feira (5), após participar de uma reunião em que Mendes apresentou planilhas que apontam deficit de R$ 1,5 bilhão nas contas previstas para 2019.

 

Conforme o parlamentar, o novo governador “vai precisar da Assembleia pra fazer algumas alterações, como reestruturação de cargos e algumas outras mudanças que ele quer implementar”. Botelho se mostrou convencido de que a situação orçamentária do próximo ano será crítica. “Nós vamos entrar com o orçamento em deficit”, disse. 

Em contrapartida, o presidente do Legislativo Estadual avalia que será preciso que a nova administração do Estado tome “medidas duras”, como corte de gastos, o que deve começar já em janeiro.

 

Leia também - Mendes assumirá governo com deficit de R$ 1,5 bilhão e fala em 'rombo milionário'

 

Orçamento “maquiado”

Ao sair da reunião com os demais deputados estaduais e o governador eleito, Eduardo Botelho ainda destacou que os números apresentados retratam a realidade, diferentemente do que era costumeiro anteriormente. “Sempre o orçamento foi meio maquiado. Fazia uma ‘maquiação’ pra ‘empatar’ com o orçamento”, disse.

 

Segundo Botelho, o orçamento aprovado no ano passado não previa deficit para 2018, por exemplo. “De restos a pagar tem R$ 1,5 bilhão. Então, tem que ser real.”

Com relação à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019, o deputado afirmou que, provavelmente, não será aprovada neste ano porque “não vai dar tempo” e também porque o governador não enviou projeto. “Nós só temos duas semanas. O governo ainda não mandou pra cá a nova LOA, nós ainda não chegamos a um fechamento geral. Então, não vai votar”, afirmou. (Colaborou Lázaro Thor Borges, repórter do jornal A Gazeta)

 

Autor: GD: Celly Silva
Data: 05/12/2018
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