Cuiabá 17/10/2018
Busca:  
 Home
 Últimas Notícias
 Cidades
 Política
 Esporte
 Polícia
 Meio Ambiente
 Turismo
 Agronegócio
 Mundo
 Artigos
 Aúdio e Video
 Galeria de Fotos
 Quem Somos
 Fale Conosco
Tunel do Tempo
 
Aquecido "Triângulo da Lavagem"

 Denuncias
 Enquete


Cidades
Feminismo: Mulheres protestam contra assédio e violências

O ato é uma atividade do Conselho Estadual da Mulher, dentro da campanha mundial 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.


 

Mulheres de Cuiabá estão nesta tarde de quarta-feira (6) protestando em praça pública contra o assédio moral e sexual, especialmente no trabalho, e também contra outras formas de violência que sofrem somente por questão de gênero, como agressões domésticas, receber salário inferior ao de homens no mesmo cargo, ser responsável por tarefas domésticas e a educação dos filhos sem a parceria dos pais das crianças e, em situação extrema, o feminicídio.

O ato começa às 15h30, com início da concentração, e previsão de término é para o início da noite, às 19h, na praça Ulisses Guimarães, avenida do CPA, com falas e apresentações culturais. É uma atividade do Conselho Estadual da Mulher, dentro da campanha mundial 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, que existe desde 1991 e já tem a adesão de mais de 160 países.

Assédio moral

Presidente do Conselho Estadual da Mulher, Jocilene Barboza dos Santos, explica que o assédio moral no trabalho desqualifica a pessoa, provoca depressão e sofrimento na rotina e costuma ser praticado por funcionário em posição superior hierárquica, mas havendo também a possibilidade de inversão, ou seja, um subalterno de alguma forma por agredir quem está em cargo superior. "Isso é raro, o mais comum é o chefe ser o agressor mesmo", alerta a presidente.

Facebook

Jocilene, presidente do Conselho da Mulher, 

Ela ressalta que no trabalho o assédio moral se espalha em empresas privadas e no serviço público, onde servidoras, a princípio, poderiam esperar um ambiente menos opressor.

Assédio sexual

Quanto ao assédio sexual, ela realça que pode ser configurado em uma brincadeira ofensiva, que invade a privacidade e causa sofrimento, uma conversa que provoca sensação de desconforto por ser muito próxima e, no limite, o toque no corpo sem o devido consentimento, gerando impotência diante da afronta e, muitas vezes, dificuldade de reação. "O extremo do assédio sexual pode ser inclusive um estupo com conjunção carnal", alerda Jocilene.

O ato via repuadiar também os casos de violência doméstica, que estão na rotina em Mato Grosso, e o feminicídio.


 

Autor: Keka Werneck, repórter do GD
Data: 07/12/2017
Noticias da Sessão: Cidades
» Iniciativa da Prefeitura: Vereadores aprovam projeto de lei para que imposto da Uber fique em Cuiabá
» Perdeu controle: Estudante de Direito da Unemat morre em acidente de carro
» Veja quem ainda pode: Veja quem pode sacar cotas do PIS/Pasep após prazo
» Prefeitura finaliza projetos e consegue aprovar financiamento de dois viadutos em Cuiabá; fotos
» Fotos e vídeos: Chuva derruba árvores, placas e acidentes são registrados em Cuiabá
» Ventania derruba árvores em Cuiabá e Defesa Civil monitora temporal
» Após colisão, carreta pega fogo e outra cai em ribanceira na Serra Taipirapuã, veja video
» Parada Cardíaca: Rapaz passa mal e morre durante prova prática do Detran
» Jaciara: Operadora de caixa é executada com 5 tiros ao sair do trabalho
» Ao lado da igreja: “Perdemos tudo", diz moradora que teve casa incendiada em Cuiabá
» Bolsonaro tem alta da UTI, diz boletim médico
» Atroprlsmrnto na Miguel Sutil: Médica Letícia Bortolini é denunciada por 4 crimes pela morte de verdureiro
» Tempo seco: Umidade deve seguir baixa; médica alerta para riscos à saúde
» Garçom morre ao cair do 10º andar do Hotel Paiaguás
» Bolsonaro no Twitter: 'Estou bem e me recuperando'
 
Tempo
 
Copyright © 2008 Todos os direitos reservados ao NavegadorMT.