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Taques: “Tem que investigar porque o dinheiro de MT foi roubado”

Governo do Estado decidiu interromper negociação com o consórcio, após operação da Polícia Federal


 

O governador Pedro Taques (PSDB) disse esperar que as investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) e que resultaram na deflagração da Operação Descarrilho, na manhã desta quarta-feira (9), apontem os culpados por desvios de dinheiro público em Mato Grosso.

 

A operação apura crimes de fraude a procedimento licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais, em tese ocorridos durante a escolha e execução da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande.

 

“Espero que a investigação chegue ao final e descubra quem roubou o povo de Mato Grosso. Sei que tem que investigar sim, pois o dinheiro de Mato Grosso foi roubado”, afirmou Taques, durante evento no Palácio Paiaguás, no início desta tarde.

 

Espero que a investigação chegue ao final e descubra quem roubou o povo de Mato Grosso. Sei que tem que investigar sim, pois o dinheiro de Mato Grosso foi roubado

“Como eu sempre disse na campanha: vamos procurar terminar a obra do VLT, mas não vamos jogar o lixo para debaixo do tapete. A polícia está investigando”, disse ele.

 

Na ocasião, contudo, o governador preferiu não dar detalhes sobre a continuidade ou não das obras do modal de transporte.

 

Por ora, o Executivo apenas anunciou que as negociações feitas com o consórcio VLT-Cuiabá estão suspensas.

 

Taques disse que precisa se inteirar do teor das investigações, antes de fazer qualquer avaliação sobre o assunto.

 

“Eu preciso saber o que está ocorrendo. Não li a peça. A hora que eu ler e saber o que é, aí a Procuradoria Geral do Estado vai definir [a continuidade ou não]”, disse.

 

À imprensa o governador reiterou que os problemas envolvendo o VLT são fruto de erros cometidos pela gestão passada, sob o comando do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

 

“Bom que se remarque, mais de uma vez, que esses problemas são do Governo passado. Aliás, passamos a maior parte do nosso tempo resolvendo problemas da administração passada: obra do VLT, do trevo Santa Rosa, as Salgadeira, tudo que foi feito pela administração passada, passamos muito tempo para resolver esses problemas”, disse.

 

“E aí as pessoas ainda criticam dizendo que está demorando [para destravar a obra do modal]. Imagina se eu tivesse dado início a obra sem trabalhar junto com MPE e MPF”, concluiu Taques.

 

Operação

 

A operação Descarrilho é resultado de investigação conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela PF.

 

Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Petrópolis, São Paulo e Curitiba, além de um mandado de condução coercitiva na Capital.

 

O ex-secretário da Secopa (Secretaria Extraordinária das Obras da Copa), Maurício Guimarães, foi conduzido à PF para prestar depoimento.

 

Durante a investigação, foram colhidos elementos que apontam, segundo a PF, "fundados indícios" de acertos de propina com representantes de sociedades empresariais integrantes do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande.

 

Há ainda indícios de desvio de recursos por intermédio de sociedades empresariais subcontratadas pelo consórcio.

 

Leia mais sobre o assunto:

 

GCE: Governo vai suspender negociação com o Consórcio VLT

 

Ex-Secopa e empresário de factoring são alvos de operação da PF


 

Autor: CAMILA RIBEIRO E DOUGLAS TRIELLI DA REDAÇÃO
Data: 10/08/2017
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