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'Jamais vou jogar ovos no presidente Lula', diz Doria sobre ovada levada em visita a Salvador

Prefeito de SP apontou a vereadora baiana Aladilce Souza (PCdoB) como uma das responsáveis por organizar a ovada. Procurada pelo G1, ela nega a acusação.


 

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que nunca jogaria ovos no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na noite de segunda-feira (8), em evento Salvador, o tucano foi alvo de uma ovada e teve a cabeça atingida por um dos ovos quando chegava à Câmara Municipal da cidade. Ele recebeu o título de cidadão soteropolitano.

 

Matéria completa no link abaixo:

 

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/jamais-jogaria-um-ovo-no-lula-diz-doria-sobre-ovada-levada-em-visita-a-salvador.ghtml

 

"O fato de você ter uma relação, até num debate duro, não significa... Eu jamais vou agredir o presidente Lula, jamais vou jogar ovos no presidente Lula ou vou estimular as pessoas que façam isso. Ao contrário, acho que tem que ter uma atitude respeitosa e de convivência. Ainda que as minhas opiniões sejam contundentemente diferentes das dele", afirmou o tucano em evento na capital paulista nesta terça (8).

 

Doria costuma criticar o ex-presidente em agendas e nas redes sociais. Desde o início do mandato, ele chamou o petista de mentiroso, cara de pau, entre outros. Ele lamentou o episódio: “Não é assim que nós vamos construir nenhuma campanha, nenhum país e nem fortalecer uma democracia. O Brasil não tem vocação para ser uma Venezuela.”

 

Doria apontou a vereadora baiana Aladilce Souza (PCdoB) como uma das responsáveis por organizar a ovada. Procurada pelo G1, ela negou a acusação (leia mais abaixo). De acordo com Doria, Aladilce arquitetou a ovada “em conjunto com vereadores e membros do PT, PSOL e da Rede que querem pregar a intolerância no Brasil”.

 

Ao G1, Aladilce disse que apenas compartilhou uma postagem sobre ovadas em redes sociais. "Essa conversa, essa notícia de que fui eu que articulei a manifestação, se deu por conta de um card que eu reenviei ou recebi, que estava circulando nas redes sociais. Fiz como brincadeira. Recebi como brincadeira e reenviei como brincadeira. [A mensagem] dizia que ele estaria aqui e podia receber ovadas. Mas num tom engraçado, de brincadeira ”, disse a vereadora.

 

Segundo ela, a mensagem foi enviada para um grupo de pessoas próximas, que trabalham na Câmara. “Fiquei surpresa quando soube da manifestação, não estava na Câmara e nem no lugar da manifestação na hora. Acho que ele [Doria], ao falar isso, está procurando partidarizar a questão.”

 

Ainda de acordo com a vereadora, a manifestação ocorreu pelo fato de Doria receber título de cidadão soteropolitano. “É muito criticado quando alguém que não tem serviços prestados ao município recebe o título de cidadão. O que se sabe dele aqui em Salvador o desqualifica para isso. Ele é associado a essa pauta negativa“, disse. "Não tenho responsabilidade [na manifestação], não organizei, não paguei ninguém, e expressei minha opinião na câmara durante a sessão.”

Xingamentos

Segundo Doria, além dos ovos, os manifestantes usavam palavreado agressivo e chegaram a apontar rojões em sua direção. “Um rojão apontado contra uma pessoa pode ferir gravemente, pode matar”, disse, relembrando o caso do cinegrafista Santiago Andrade, da Band, que foi morto por um artefato do tipo durante protesto no Rio de Janeiro em 2014.

 

Doria afirmou que esta foi a primeira vez que recebeu uma recepção tão “hostil” de opositores políticos. “Isso é condenável em qualquer circunstância (...) eu repudio isso e espero que esse tipo de atitude não se torne um comportamento na vida brasileira, sobretudo em um país que preserva a democracia e suas instituições”, completou.

 

Ovada

 

Doria viajou a Salvador para receber o título de cidadão soteropolitano. A solenidade de entrega do título ocorreu na Câmara Municipal da capital baiana e contou com a presença de diversos integrantes do cenário político local, como o presidente da Casa, Léo Prates (DEM), e o prefeito ACM Neto (DEM), que inclusive acompanhava Doria no momento da ovada.

 

Em nota, a PM disse que "alguns presentes passaram a arremessar ovos em direção ao homenageado da noite. Mesmo com todo o empenho do efetivo empregado no local, evitando situações mais graves de conflito entre manifestantes e autoridades, infelizmente não foi possível identificar os autores do agressão".

 

Bem antes da solenidade onde Doria ganhou o título de cidadão soteropolitano, um grupo que não era a favor da doação do título já protestava em frente à Câmara. A manifestação foi formada por estudantes, populares, além de integrantes de sindicatos como a CUT e grupos como o Levante da Juventude Popular.

 

A proposição aprovada pela Câmara municipal para o título a João Doria é de autoria do vereador de primeiro mandato Felipe Lucas (PMDB). Doria é filho do ex-deputado federal baiano João Agripino da Costa Doria Neto, que teve mandato cassado em 1964 pelo regime militar.

 

* Colaborou Lilian Marques, do G1 BA

  

Autor: Por Will Soares e Paula Paiva Paulo*, G1 SP, São Paulo
Data: 08/08/2017
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